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3 verdades e 1 mito sobre Face ID e biometria facial

Entenda como essa tecnologia funciona e por que ela é aliada para a segurança das suas finanças

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Por Redação Feito.Itaú em
Pessoa olhando o celular com ícone de biometria

No mundo digital, desbloquear o celular com o rosto virou parte da rotina. E, como toda tecnologia que ganha escala, a biometria facial também gerou curiosidades sobre segurança e funcionamento. Ao mesmo tempo, o celular passou a concentrar cada vez mais atividades financeiras. Hoje, 82% das operações bancárias no país já são digitais, de acordo com a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária (2025).

Com tudo passando pela tela, do pagamento de contas ao acesso ao e-mail, os golpes digitais também se tornaram evoluíram. Embora o Brasil tenha registrado queda em todos os tipos de roubos, o número de estelionatos bateu recorde em 2024. Nos últimos seis anos, cresceram 408%, enquanto os roubos caíram pela metade. E, no ambiente virtual, os golpes online aumentaram 133% em três anos.

Nesse cenário, proteger a própria identidade ganha novas camadas. E a autenticação facial funciona como uma porta que só abre para você, mesmo que alguém tenha obtido informações como CPF, senha ou código temporário. Por isso, a seguir, reunimos três verdades e um mito sobre face ID e biometria facial para ajudar você a tomar decisões mais seguras.

VERDADE 1 - Face ID e biometria facial não são a mesma tecnologia

Face ID é o nome da tecnologia da Apple para desbloqueio e autenticação por reconhecimento facial. Ela integra sensores específicos, projeção de pontos e leitura 3D nos dispositivos da marca.

Já biometria facial é o conceito amplo: engloba soluções de diversos fabricantes, que usam inteligência artificial e diferentes tipos de sensores para identificar o rosto do usuário.

Na prática:

- No iPhone, o desbloqueio é feito pelo face ID, baseado em hardware dedicado.

- No Android, a segurança varia conforme o modelo e os sensores do aparelho.

Nos dois casos, o recurso pode ser usado como uma camada extra de verificação dentro do app do Itaú.

VERDADE 2 - A biometria facial é desenhada para resistir a tentativas de fraude

Os sistemas atuais vão muito além da simples comparação de imagens. Eles analisam profundidade, textura da pele, microexpressões, padrões do rosto e sinais de vida, verificando se há movimento real e interação humana.

Além disso, atualizações constantes, IA embarcada e sensores avançados reforçam essa precisão. “Golpistas podem tentar enganar sistemas simples, mas a biometria robusta não depende só da aparência. Ela cruza características que não aparecem em fotos ou vídeos”, explica Victor Thomazetti, superintendente de Prevenção a Fraudes do Itaú Unibanco.

VERDADE 3 - A biometria facial reduz o risco de acesso indevido, mesmo quando dados vazam


No Itaú, a biometria facial faz parte de um conjunto de camadas de proteção que envolvem criptografia, análise de comportamento, autorizações por dispositivo e monitoramento em tempo real, que atuam de forma combinada para dificultar o acesso de fraudadores. O resultado é um sistema que identifica se a pessoa que está tentando acessar a conta é, de fato, você.

Esse conjunto de recursos é estratégico diante de golpes de engenharia social, que tentam induzir vítimas a entregar senhas ou códigos temporários. “A fraude é dinâmica. E a segurança também precisa ser. A biometria facial é uma das formas mais eficientes de confirmar a identidade do usuário”, afirma Thomazetti.



MITO - Uma foto ou vídeo consegue enganar a biometria facial


Isso não reflete o funcionamento dos sistemas atuais. Tecnologias modernas, como o face ID e soluções avançadas de Android, usam sensores infravermelhos, modelos tridimensionais, detecção de vida e análises de movimento.

Esses mecanismos avaliam:

  • Profundidade;
  • Textura;
  • Microexpressões;
  • Movimento natural do rosto.

Portanto, fotos impressas ou vídeos reproduzidos em outro aparelho não são suficientes para liberar o acesso.

No entanto, nenhum sistema é infalível. Assim, quando há qualquer dúvida, como iluminação inadequada, máscaras ou ângulos extremos, a tecnologia recusa o reconhecimento e solicita outras etapas de verificação.

Proteção que faz a diferença


Para facilitar o dia a dia de quem usa o celular como principal canal bancário, o Itaú concentrou suas soluções de segurança em um único ponto do Superapp: a Área de Segurança. Ali, é possível gerenciar:

  • Bloqueio temporário de cartões;
  • Proteção para compras online;
  • Criação de cartão virtual;
  • Gestão e troca de senhas;
  • Autorização de dispositivos;
  • Reconhecimento facial para transações;
  • Localização para identificar movimentações suspeitas.

A lógica é simples: você visualiza tudo o que protege sua conta e ajusta as camadas de segurança conforme as suas necessidades.

Saiba mais sobre a Área de Segurança no site do Itaú.

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