Sempre que surge uma nova ferramenta de segurança no app, é natural querer entender como ela funciona na prática. O Modo Protegido do Itaú reforça a proteção das suas transações quando você está fora das redes de Wi-Fi que cadastrou como seguras.
Ele funciona como uma barreira geográfica, isto é, você define redes confiáveis e estabelece limites para transferências e Pix realizados fora desses ambientes. Se houver tentativa de fazer uma transação acima do valor configurado, o app exige reconhecimento facial. E tudo isso é ativado automaticamente quando o acesso acontece fora das suas redes seguras.
Para entender melhor como o recurso funciona no dia a dia, reunimos três verdades e um mito sobre o Modo Protegido.
Verdade 1 - A ferramenta não bloqueia sua conta, ela cria limites de uso específicos
O Modo Protegido não impede o acesso à sua conta quando você está fora das redes Wi-Fi que cadastrou como seguras. O que ele faz é criar limitações para transações financeiras realizadas em locais desconhecidos.
Dessa forma, transações de menor valor podem ser feitas normalmente. Já as operações acima do limite que você definiu exigem reconhecimento facial para serem autorizadas. Assim, você continua usando o app no dia a dia, mas com uma camada extra de proteção em caso de perda ou furto do celular.
Verdade 2 - As redes confiáveis são escolhidas por você
Uma das principais características do Modo Protegido é que não é o banco que decide quais redes são seguras, essa definição é feita por você no aplicativo Itaú .
Você pode selecionar entre as redes Wi-Fi sugeridas pelo Itaú ou cadastrar manualmente uma nova rede enquanto estiver conectado a ela. Isso permite personalizar a segurança conforme sua rotina, como casa, trabalho, escola, faculdade ou outros locais frequentes.
Verdade 3 - O reconhecimento facial é acionado em situações específicas
O reconhecimento facial não é solicitado a todo momento. Ele entra em cena quando você tenta autorizar uma transação acima do limite configurado fora das redes consideradas seguras.
Essa exigência funciona como uma camada extra de proteção, dificultando que transações maiores sejam concluídas sem confirmação de identidade - especialmente útil se alguém tiver acesso indevido ao seu aparelho.
Mito - O Modo Protegido precisa ser ativado toda vez que você sai de casa
Pode parecer que você precisa ativar o recurso manualmente sempre que se desloca. Mas não é assim. Depois de configurar o Modo Protegido, ele passa a funcionar automaticamente sempre que você acessa o app fora das redes de Wi-Fi que cadastrou como seguras.
Essa ativação automática faz com que a proteção acompanhe sua rotina sem exigir ações repetidas. Sempre que o acesso acontece longe dos ambientes definidos por você, as regras entram em vigor com limites para transações e exigência de reconhecimento facial acima do valor configurado.
Segurança pensada para facilitar a sua vida
O Modo Protegido foi pensado para acompanhar a sua rotina, reforçando a segurança das transações sem criar obstáculos desnecessários no dia a dia.
Ao combinar redes de Wi-Fi que você cadastra como seguras, limites definidos por você para transações fora desses ambientes e ativação automática com exigência de reconhecimento facial acima do valor configurado, a funcionalidade equilibra praticidade e proteção, dois elementos essenciais para quem usa o celular para movimentar dinheiro.
Como ativar o recurso
A ativação do Modo Protegido é feita diretamente no aplicativo Itaú e leva poucos segundos. Confira o passo a passo:
- Acesse o aplicativo Itaú no seu celular;
- Clique na sua foto de perfil (ou na inicial do seu nome) e selecione a opção “Segurança” ou digite Modo Protegido na busca do aplicativo.
- Cadastre redes Wi-Fi seguras ou escolha entre as sugestões disponibilizadas pelo Itaú;
- Defina limites diários para transações realizadas fora de redes seguras;
Feito! O Modo Protegido será ativado automaticamente sempre que o acesso ocorrer fora das redes cadastradas.
