A digitalização facilitou a gestão financeira das empresas, mas também expôs o patrimônio corporativo a um risco crescente de golpes e fraudes. Proteger a conta CNPJ vai além de ter senhas fortes: exige uma cultura rigorosa de dupla checagem e um sistema de proteção cruzada entre os sócios. Essa estratégia ganha reforço com as ferramentas de segurança oferecidas pelo Itaú Empresas.
O banco faz parte da rotina de organização do empreendedor. Segundo a pesquisa “Os Donos do Dinheiro – A progressiva apropriação da vida financeira pelo brasileiro” (2025), feita pelo Grupo Consumoteca em parceria com o Itaú, 77% das pessoas entrevistadas se sentem seguras quando estão atualizadas sobre golpes e formas de proteção financeira. Diante disso, explorar os recursos de segurança disponíveis é um passo importante para blindar as finanças corporativas.
A estrutura de proteção cruzada
A primeira e mais eficiente linha de defesa contra fraudes internas ou externas é implementar um sistema onde a responsabilidade pela movimentação financeira é compartilhada. No ambiente corporativo, a falha de um único ponto pode gerar um prejuízo significativo.
Diante disso, a dupla checagem atua como uma trava essencial: transações críticas, como pagamentos de fornecedores, transferências via Pix de alto valor ou mudanças cadastrais, jamais devem ser autorizadas por uma única pessoa. A regra é clara: um sócio ou gestor inicia a operação, e outro, com responsabilidades e credenciais independentes, a revisa minuciosamente e a confirma.
Em paralelo, a proteção cruzada segrega as funções de acesso. O gestor responsável pelo processamento das contas a pagar, então, deve ter seus acessos auditados e revisados por um segundo sócio. Além disso, as credenciais e os dispositivos de segurança são estritamente pessoais e intransferíveis, garantindo que cada administrador da conta possua o seu próprio mecanismo de autenticação.
Ferramentas de autenticação e gestão
Para automatizar e dar solidez a essa cultura de segurança, o Itaú oferece recursos integrados ao ambiente PJ.
Dupla checagem
O principal recurso do Itaú para viabilizar a dupla checagem é a configuração de alçadas de aprovação. Na prática, os sócios definem um valor de corte para as transações. Qualquer pagamento ou transferência acima desse limite exige a assinatura eletrônica múltipla, ou seja, a confirmação de dois (ou mais) administradores diferentes. Este mecanismo impede que um fraudador, mesmo que tenha obtido o acesso de um único sócio, consiga movimentar grandes volumes de capital da empresa.
iToken e reconhecimento facial
A confirmação de identidade está no centro da segurança digital. O Itaú utiliza o iToken como dispositivo autorizado, responsável por gerar códigos temporários para validar transações. Ele atua como um forte fator de autenticação, garantindo que a pessoa que está realizando a operação é, de fato, o sócio cadastrado.
Complementando, o reconhecimento facial adiciona uma camada de segurança biométrica para acessos e transações mais sensíveis. A combinação desses recursos torna o acesso não autorizado exponencialmente mais difícil, crucial para proteger o patrimônio da conta CNPJ.
Hub de segurança PJ e alertas inteligentes
O Itaú centraliza todos os recursos de proteção da conta empresa na Área de Segurança PJ, um ambiente no aplicativo onde o empresário pode gerir e personalizar suas defesas com total autonomia.
Nesse espaço, é possível gerenciar as defesas da conta, como acessar o reconhecimento facial e ajustar senhas, reforçando a proteção de transações e dos dados da empresa. Para acessar, basta entrar no aplicativo e seguir o caminho:
Perfil > Segurança > Área de Segurança.
Além disso, o Itaú investe em Inteligência Artificial (IA) para alertar o cliente sobre atividades anômalas. O Alerta de Ligação funcionam em tempo real, notificando o usuário com avisos contextuais na tela do aplicativo em caso de transações atípicas ou de ligações potencialmente fraudulentas em nome do banco.
Dicas de prevenção e vigilância constante
A segurança é um processo contínuo. Mesmo com as ferramentas do Itaú, é vital manter a vigilância:
- Antes de executar um pagamento, especialmente para fornecedores novos ou em caso de alteração na conta de um fornecedor antigo, nunca confie apenas no e-mail recebido. Ligue para um número de telefone previamente cadastrado e verifique o CNPJ na Receita Federal para confirmar os dados da transação.
- É fundamental treinar os colaboradores da empresa sobre as táticas de engenharia social (como o golpe da Falsa Central), reforçando que o banco nunca solicita senhas, códigos de iToken ou qualquer dado confidencial por telefone, e-mail ou SMS.
Ao integrar a disciplina da dupla alçada com os recursos avançados de segurança do Itaú Empresas, a sua conta CNPJ estará munida da proteção máxima para focar no crescimento sustentável do seu negócio.
