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Seguro além do básico: como proteger a sua renda e o seu patrimônio afetivo

Ana Botafogo relembra o pioneirismo de proteger as pernas e reforça a importância do seguro como aliado estratégico para o planejamento do futuro

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Publicado em Atualizado em
Foto da bailarina Ana Botafogo
Imagem extraída do teaser da Ocupação Ana Botafogo - canal YouTube Itaú Cultural

Quando você ouve falar em seguro, o que vem à mente? Para muita gente, a resposta imediata envolve proteger o carro ou o apartamento. Mas o mercado de proteção financeira mudou. Hoje, contratar uma apólice vai muito além do óbvio: trata-se de uma ferramenta estratégica de planejamento para garantir a continuidade do seu trabalho e a preservação de bens que carregam um valor inestimável.

Essa lógica não é nova, mas ganhou uma importância inédita no mercado atual. Em 1988, a então primeira-bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Ana Botafogo, tornou-se pioneira no Brasil ao oficializar um seguro para as suas pernas. Longe de ser um capricho, aquela decisão foi um exemplo precursor de gestão de risco. A sinergia com o planejamento e a preservação da própria história é tanta que, neste ano de 2026, a artista é o grande destaque da "Ocupação Ana Botafogo" no Itaú Cultural, uma mostra que celebra seus 50 anos de carreira e seu legado na dança.

"Fazer o seguro foi uma estratégia consciente porque as pernas de uma bailarina são o seu instrumento de trabalho", relembra Ana, em entrevista ao Feito.Itaú. "Essa foi uma maneira de chamar a atenção para que é preciso ter seguro quando se depende do próprio corpo para trabalhar… Esse é um bem que precisa ser cuidado."

A evolução do "seguro de pernas" para o profissional autônomo

Se no século XX desenhar uma apólice para uma parte específica do corpo exigia uma engenharia complexa, hoje essa lógica está totalmente integrada ao dia a dia de quem trabalha por conta própria. Afinal, você não precisa ser uma estrela do balé clássico para depender diretamente da sua integridade física para gerar renda e manter suas contas em dia.

Pense no médico cirurgião ou no dentista que dependem da precisão das mãos; no fotógrafo que precisa da mobilidade; ou no consultor independente que, se precisar parar por duas semanas devido a um imprevisto de saúde, vê seu faturamento zerar. Tanto nos palcos quanto no mercado de trabalho tradicional, a exposição a riscos é diária. "A dança faz com que os bailarinos tenham riscos sempre, tanto nos ensaios quanto nos espetáculos. É uma profissão de risco porque a gente exige do corpo além das possibilidades muitas vezes", pontua Ana Botafogo.

É para responder a essa realidade que o Seguro de Vida do Itaú oferece soluções modulares que podem ser utilizadas ainda em vida. Uma delas é o auxílio financeiro por afastamento temporário, uma cobertura que garante suporte financeiro caso uma doença ou acidente afaste você temporariamente das suas atividades profissionais. Assim, você pode ter mais tranquilidade para focar na recuperação e no seu bem-estar, sem deixar de lado os compromissos do dia a dia.

Do teto da casa ao valor das suas coleções

Essa mesma flexibilidade de personalização migrou para o patrimônio material. Um seguro residencial padrão, por exemplo, cumpre muito bem o papel de proteger a estrutura física do imóvel. No entanto, se o seu estilo de vida envolve bens que fogem do padrão de uma mobília comum, a apólice também precisa se adaptar.

Para quem coleciona vinhos raros, possui instrumentos musicais de alta performance na sala ou investe em obras de arte, o valor do bem vai além do preço de nota fiscal. O mercado chama isso de "patrimônio afetivo" - itens raros, fruto de garimpo e dedicação, que não podem ser simplesmente repostos na prateleira de uma loja de departamentos.

Para isso, existem as coberturas acessórias do Seguro Residencial Itaú, onde o cliente pode amparar esses objetos de valor especial de forma sob medida. Com a declaração correta dos bens e o respaldo de avaliações técnicas adequadas, garante-se que o acervo pessoal tenha a proteção financeira exata correspondente à sua raridade. O mesmo princípio de mobilidade atende quem trabalha na rua: seguros para notebooks, tablets e smartphones de alta performance podem ser contratados diretamente pelo App Itaú, protegendo as ferramentas de trabalho contra roubos ou quebras acidentais.

O melhor aliado da sua história

Enxergar o seguro como um aliado estratégico, e não como um gasto burocrático, é o primeiro passo para construir estabilidade a longo prazo. "Eu penso que o seguro é um aliado no meu planejamento", defende Ana.

"Proteger seja a perna, a casa ou um bem é, sim, ter um cuidado com a minha história, com a minha vida, com as minhas conquistas e com os meus desafios de vida".

Para quem enfrenta a dinâmica e a volatilidade do mercado de trabalho atual, criar essa rede de proteção desde cedo é o que dita a longevidade da carreira e a tranquilidade no momento de desacelerar. "As pessoas devem pensar sim em uma segurança financeira em qualquer nível para garantir não só a longevidade de nossas carreiras, mas uma velhice ou uma aposentadoria que nos dê uma tranquilidade na vida", conclui a bailarina.

Assim como Ana Botafogo entende que sua carreira depende de um suporte extra para os momentos de imprevisto, proteger suas conquistas - das mais grandiosas às mais íntimas - é o que pode garantir que o espetáculo da sua vida não precise parar por causas inesperadas.

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