Ir para conteúdo principal

Trabalhar viajando: como organizar as finanças para um estilo de vida nômade

Com nomadismo digital em expansão, brasileiros buscam estabilidade financeira enquanto cruzam fronteiras

Tempo de leitura:
Por Redação Feito.Itaú em
Pessoa trabalhando em um aeroporto

O nomadismo digital deixou de ser tendência alternativa e se tornou parte da economia global. Em 2025, mais de 50 milhões de pessoas já trabalham viajando, um salto expressivo em relação aos 35 milhões registrados em 2023, segundo report do site Nomad Stays.

Segundo a Fragomen, escritório global de advocacia especializado em imigração, esse número pode chegar a 1 bilhão até 2035. A mudança de estilo de vida exige flexibilidade profissional, mas, principalmente, uma nova relação com o dinheiro: menos improviso, mais planejamento. E é nesse ponto que ferramentas digitais como as do Superapp Itaú passam a ser usadas como aliadas para dar previsibilidade a quem vive em movimento.

A pesquisa “Consciência e Prosperidade: a nova relação dos brasileiros com o dinheiro", realizada pelo Itaú em parceria com o Grupo Consumoteca, mostra que 80% dos brasileiros querem aprender a organizar melhor o próprio dinheiro, enquanto 78% relacionam segurança financeira à capacidade de lidar com imprevistos. E imprevistos podem acontecer na vida nômade.

É nessa transição de estilo de vida que está Patrícia Moura, 22 anos, cientista do Rio de Janeiro. Prestes a iniciar uma carreira remota na biotecnologia, ela se imagina trabalhando de cafés, aeroportos e bibliotecas ao redor do mundo. O entusiasmo, porém, esbarra na preocupação prática: “Eu sei que posso trabalhar de qualquer lugar, mas preciso ter controle das minhas finanças para não transformar a liberdade em instabilidade”, diz.

A experiência de Patrícia ecoa a de muitos brasileiros que buscam viver em trânsito sem abrir mão de segurança.

Criar reserva: o primeiro passo para que a vida caiba na mala

O nomadismo começa bem antes do embarque. Nada de se inspirar na Julia Roberts e   Comer, Rezar e Amar, pois é essencial ter uma reserva financeira que cubra, no mínimo, três meses de despesas, de preferência na moeda do país de destino. Para quem está começando, organizar o dinheiro em metas específicas costuma ser mais eficiente do que manter tudo misturado em uma única conta.

É nesse ponto que soluções como os Cofrinhos do Itaú, dentro do Superapp, ganham espaço. Eles permitem guardar valores pequenos, a partir de R$ 1 com rendimento diário de 100% do CDI, mas, sobretudo, criam clareza emocional: cada objetivo fica visualmente separado, evitando confusões comuns em rotinas descentralizadas. Ao longo de 2024 e 2025, o uso dos Cofrinhos mostrou um efeito colateral positivo: muitos usuários passaram a iniciar sua jornada de investimentos depois de organizarem seus objetivos.

Para quem pretende viver viajando, essa divisão é estratégica:

• Cofrinho de emergência

• Cofrinho de deslocamentos

• Cofrinho de saúde internacional

• Cofrinho de imprevistos

E não importa se o destino é a Itália, Índia, Indonésia, ou até mesmo dentro do Brasil, a chave de tudo é preparação para que os imprevistos virem histórias e não dor de cabeça.

Controlar gastos: essencial quando cada cidade cobra um preço

Na mesma pesquisa, ficou identificado que metade das pessoas se surpreende ao descobrir onde, de fato, gastou mais no mês. E que, em média, 60% do orçamento planejado é comprometido logo nos primeiros 16 dias. Para nômades, esse cenário tende a ser ainda mais complexo: novas cafeterias, tarifas de transporte, assinaturas, coworkings, seguros e pequenos gastos diários se acumulam de forma silenciosa.

No Superapp, o Controle de Gastos separa despesas por categoria, envia alertas quando metas são alcançadas e mostra o peso dos chamados “gastos de formiga” compras de até R$ 30, que representam mais de um terço do total. Essa visualização reduz a ansiedade de quem vive numa rotina financeira fragmentada.

A pesquisa Consciência e Prosperidade reforça essa demanda: 75% dos brasileiros preferem segurança a assumir riscos e 81% sentem que o dinheiro é uma preocupação constante. Criar previsibilidade, portanto, não é luxo é autocuidado.

Organizar a renda: múltiplas moedas, múltiplas datas

Nômades costumam receber pagamentos de várias fontes, em moedas distintas e com prazos diferentes. Aqui, previsibilidade vira estratégia de sobrevivência. Por isso, ferramentas que automatizam parte do dia a dia ajudam a aliviar a sobrecarga.

É aqui que entra a Inteligência Itaú. Disponível por voz, texto e até via WhatsApp, a ferramenta atua como um verdadeiro copiloto financeiro: ela interpreta hábitos, antecipa compromissos e facilita transferências rápidas. Isso permite que o usuário resolva pendências sem enfrentar menus complexos, o que é fundamental em locais com conexão instável. O sistema avisa, sugere e organiza, garantindo agilidade sem que o viajante perca o controle das suas decisões.

Complementando essa autonomia, a solução de câmbio do Itaú resolve outro grande desafio de quem vive em trânsito: a gestão multimoedas. Com conta internacional, reservas de câmbio e pagamentos instantâneos para a Europa e o Reino Unido direto no app, a fricção desaparece.

Na prática, essa integração oferece ao nômade a segurança necessária para realizar remessas emergenciais, pagar hospedagens ou transferir valores para si mesmo no exterior, sempre com menos volatilidade e máxima eficiência.

Ajustes de rota: limites flexíveis para rotinas flexíveis

Em viagens longas, o orçamento muda conforme a cidade muda. Por isso, ter controle total sobre o limite do cartão é quase tão importante quanto ter um bom mapa. O Ajuste de Limite do Itaú, disponível para uso instantâneo, permite elevar ou reduzir o limite com um toque, útil tanto para barrar compras impulsivas quanto para aumentar o teto em momentos de necessidade.

Esse controle reforça o que o Itaú vem observando: autonomia financeira cresce quando as ferramentas se adaptam ao ritmo da vida, e não o contrário.

Planejar o futuro mesmo vivendo o presente

A vida nômade é feita de movimento, mas o futuro continua existindo, inclusive para quem está sempre de malas prontas. A combinação entre planejamento, reserva, controle e tecnologia permite que o nomadismo seja uma escolha sustentável, não um salto no escuro.

Patrícia, a jovem cientista, entende isso com clareza: “Quero viajar o mundo, mas quero viajar com tranquilidade. Não é sobre ter muito dinheiro; é sobre saber como usá-lo”, finaliza.

Vida digital