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3 verdades (e 1 mito) sobre seguro viagem

Proteção contra imprevistos vai muito além de saúde; entenda o que é fato e o que é boato na hora de contratar esse tipo de serviço

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Por Redação Feito.Itaú em
Duas jovens viajantes
Imagem gerada por IA

Organizar uma viagem envolve tempo, dinheiro e expectativas. Definir o destino, reservar hospedagem, planejar passeios e calcular o orçamento são etapas que exigem cuidado. Ainda assim, imprevistos acontecem e podem comprometer todo o planejamento. Uma queda durante uma trilha, uma internação de emergência em meio a compromissos profissionais ou até o extravio de documentos são exemplos que, além de frustração, geram despesas inesperadas.

Para reduzir riscos e garantir assistência imediata, o seguro viagem se tornou um recurso estratégico, tanto em trajetos nacionais quanto internacionais. No entanto, apesar dos benefícios, ainda circulam muitas dúvidas sobre como ele funciona e quais são as coberturas contempladas, entre outras questões. Assim, com o objetivo de sanar esses questionamentos, reunimos três verdades e um mito sobre o tema. Confira a seguir!

VERDADE 1 - Seguro viagem cobre muito mais do que saúde

Muita gente associa o seguro viagem apenas a consultas médicas ou internações de emergência. Embora esse seja um dos pontos principais, a cobertura vai muito além. O serviço pode incluir indenização por extravio de bagagem, apoio em atrasos ou cancelamentos de voos e até custos extras com prorrogação da estadia em caso de internação, dependendo do plano contratado.

Um exemplo simples: se a bagagem não chega no mesmo voo, o seguro pode reembolsar despesas básicas, como roupas e itens de higiene, até que a mala seja localizada. Isso evita que o viajante arque sozinho com gastos inesperados e preserve a experiência da viagem.

VERDADE 2 - A contratação é simples e pode ser feita de forma digital

Antigamente, era comum imaginar que contratar seguro viagem envolvia papéis, ligações e prazos longos. Hoje, o processo é prático e rápido.

No caso do Itaú, por exemplo, basta selecionar o destino no Superapp, o período e incluir todos os viajantes. Em poucos cliques, a cobertura já está ativa, e o contato com a central de atendimento pode ser feito até pelo WhatsApp. A simplicidade transforma o seguro em um recurso acessível, inclusive para viagens de última hora.

VERDADE 3 - Seguro viagem é útil em trajetos nacionais e internacionais

Outro equívoco recorrente é pensar que o seguro só faz sentido em viagens internacionais. De fato, muitos países exigem a contratação para liberar a entrada de turistas. Mas, dentro do Brasil, ele também é útil!

Imagine uma viagem em família para o litoral nordestino. Se houver um acidente durante um passeio, o seguro pode custear desde a remoção até o atendimento médico em hospital de referência. Da mesma forma, imprevistos como perda de voo ou extravio de bagagem em deslocamentos internos também são cobertos. O benefício é o mesmo: menos preocupação e mais foco no que importa, que é o sucesso da experiência tão sonhada e aguardada.

MITO - Seguro viagem é um gasto desnecessário

Entre os boatos mais comuns está a ideia de que seguro viagem seria apenas um custo extra, dispensável em tempos de aperto no orçamento. Na prática, é justamente o contrário. O serviço funciona como uma proteção contra despesas que podem comprometer todo o planejamento financeiro dos viajantes.

Um atendimento médico de emergência no exterior, por exemplo, pode custar milhares de dólares. Já no Brasil, uma internação inesperada durante a viagem pode gerar gastos altos com transporte, estadia e cancelamento de passeios. Ao transferir esse risco para o seguro, o segurado evita surpresas financeiras e mantém o orçamento sob controle.

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