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Reforma Tributária: entenda o que muda com a CBS e o IBS

Descubra como a automação de pagamentos e a integração bancária tornam o ajuste às novas normas um diferencial competitivo

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Imagem de mulher fazendo compras em um mercado
Imagem gerada por IA

Com o início da transição da Reforma Tributária para um novo modelo de impostos, conceitos como CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) passam a fazer parte da rotina de quem empreende. Mais do que uma mudança de siglas, esse promete ser um passo importante para simplificar o ambiente de negócios no país. Para o empreendedor, o desafio é entender essas nomenclaturas e compreender como essa transição pode impactar o seu dia a dia. O Feito.Itaú, então, explica como são e funcionam esses novos tributos sobre o consumo e como você pode deixar essa transição mais fluída e menos burocrática.

O que são CBS e IBS e como funciona a transição

O novo modelo adota o conceito de IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado), dividindo a tributação em duas frentes:

  • CBS: De competência federal, unificando PIS e COFINS.
  • IBS: De competência estadual e municipal, unificando ICMS e ISS.

A partir de 2026, foi iniciado um período de convivência entre o sistema antigo e o novo. Para garantir conformidade, a advogada e consultora jurídica, Olga Grillo, alerta que o foco deve ser a precisão: "O maior risco é o erro de parametrização e classificação nos sistemas, que gera inconsistências acumuladas".

Para mitigar esse risco, o Itaú oferece suporte especializado e soluções de integração bancária que asseguram a correta classificação das operações. Ao conectar o seu ERP diretamente ao banco, você automatiza o registro dos tributos, minimizando a margem de erro humano e garantindo que sua empresa navegue pela transição com a segurança que a governança fiscal exige.

Tecnologia e gestão integrada: a vantagem competitiva na Reforma

Com a não cumulatividade plena, o direito ao crédito passa a depender do pagamento efetivo do imposto pelo fornecedor. Isso torna a governança fiscal um pilar de competitividade.

Assim, a tecnologia passa a ser uma grande aliada nesse cenário. Exemplo disso é que soluções como o Itaú Meu Negócio (integradas a sistemas como a Omie e parcerias via Techfin com TOTVS) permitem que o gestor visualize o impacto fiscal em tempo real. Segundo Olga, "a integração bancária direta é um dos maiores ganhos de eficiência", pois libera a equipe financeira de tarefas manuais e reduz drasticamente a margem de erro.

A nova dinâmica do Split Payment e o impacto no capital de giro

A implementação do split payment traz um ganho claro em segurança fiscal e garantia dos créditos tributários ao comprador, mas altera a mecânica financeira das empresas ao promover a retenção automática do imposto no ato da transação. Sobre esse novo cotidiano, Olga faz uma observação técnica importante: "o split payment reduz o 'float tributário': a empresa deixa de receber o valor integral da venda e ter o imposto disponível por alguns dias ou semanas".

Essa mudança exige que o gestor abandone a gestão passiva e adote uma postura de antecipação. Para mitigar descasamentos e garantir que a operação mantenha seu ritmo sem apertos, o Itaú Empresas oferece relatórios automáticos e soluções de antecipação de recebíveis, desenhadas para manter o capital de giro estável mesmo durante os períodos de transição. Esse portfólio ajuda a elevar a previsibilidade do fluxo de caixa.

Como aumentar a previsibilidade financeira na transição

A consultora jurídica destaca que, neste novo cenário, a inteligência financeira depende da capacidade de projetar cenários e utilizar as soluções bancárias como extensões do planejamento estratégico. Entre os serviços recomendados pela consultora para apoiar a organização do capital de giro, destacam-se:

  • Antecipação de recebíveis inteligente: Solução que permite manter o ciclo de caixa equilibrado mesmo com as mudanças na retenção tributária.
  • Gestão de fluxo de caixa integrada ao ERP: Conexão direta que elimina o retrabalho e traz visão sistêmica da saúde financeira.
  • Relatórios automáticos de projeção: Funcionalidades que evidenciam, com clareza, como o split payment impacta diretamente as contas da empresa.
  • Soluções de crédito rápidas e personalizadas: Linhas prontas para cobrir descasamentos temporários que podem surgir durante o período de adaptação às novas alíquotas.

"Isso permite que a empresa mantenha o ritmo operacional sem apertos desnecessários", analisa Olga.

Prepare sua empresa para o novo padrão de emissão

Para quem é MEI ou optante pelo Simples Nacional, embora exista a preservação do regime, a adaptação também é necessária. A recomendação é: Atualizar a emissão de notas para o novo padrão. Manter a contabilidade organizada para avaliar se a migração para a geração de créditos vale a pena para o negócio. "O primeiro passo é mapear todos os fluxos de compras e vendas com foco no novo conceito de crédito", recomenda Olga Grillo.

A transição tributária pode ser um processo planejado e seguro, garantindo que sua empresa esteja sempre em conformidade com as novas exigências fiscais. E, ao utilizar contas PJ e ferramentas integradas que acompanham essas mudanças, o empreendedor ganha tranquilidade para focar no que realmente faz a empresa crescer.

Dica Feito.Itaú: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta a especialistas tributários ou contadores para adequações específicas do seu segmento.

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