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Rock in Rio: como estender a viagem para explorar a Cidade Maravilhosa

Chegar antes ou ficar depois do festival abre espaço para incluir pontos turísticos no roteiro e evitar gastos por impulso

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Por Redação Feito.ItaúPublicado em Atualizado em
Imagem de grupo de amigos tirando uma selfie na praia

Ir ao Rock in Rio não precisa ser apenas uma viagem de bate e volta. Com shows distribuídos em dois fins de semana (4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro), muitos visitantes optam por chegar antes ou estender a estadia no Rio de Janeiro. A estratégia amplia a experiência e facilita o planejamento para desbravar a cidade maravilhosa.

“Viajar para o Rock in Rio e não aproveitar o Rio de Janeiro é quase perder metade da experiência”, afirma a turismóloga Tainara Machado, diretora de Marketing da Associação de Guias de Turismo da Cidade do Rio de Janeiro (Agt-Rio). “A cidade em si já é um espetáculo e mistura história, música, gastronomia e diversidade em cada esquina”, completa.

Durante os dias de festival, a rotina é intensa, com horas em pé, deslocamentos longos e alimentação menos planejada. Tentar incluir passeios nesse período costuma gerar cansaço e decisões pouco planejadas. Fora das datas de show, o ritmo muda e a cidade passa a caber melhor no roteiro.

Antecipar a chegada ou adiar a volta permite explorar o Rio sem pressa. Caminhadas, visitas culturais e passeios ao ar livre se encaixam melhor nesses dias, com menos desgaste e maior previsibilidade de gastos. Também é possível distribuir os programas e aproveitar bairros, restaurantes e pontos turísticos com mais tranquilidade.

O que fazer durante o dia e à noite?

Nos dias livres, a dica é priorizar deslocamentos curtos. Caminhar pelas orlas de Copacabana e Ipanema é uma opção prática e flexível, com pausas para fazer fotos e tomar uma água de coco ao longo do percurso.

No fim da tarde, o pôr do sol na Praia do Arpoador costuma entrar no roteiro. Já a orla do Leblon oferece um ambiente mais tranquilo para estender o passeio. Como brinde, você ainda pode se sentir uma Helena de Manoel Carlos, caminhando ao som da música “Pela Luz dos Olhos Teus”.

Pontos turísticos clássicos, como Cristo Redentor e Pão de Açúcar, podem ser visitados em meio período cada, com compra antecipada de ingressos. Entre as opções ao ar livre, o Parque Lage permite uma visita gratuita e no próprio ritmo. Já o Jardim Botânico reúne trilhas e áreas amplas para caminhada.

“Se o tempo é curto, o segredo é focar no que realmente representa o Rio: natureza e cultura. O clássico continua sendo o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, mas a cidade oferece muito mais. Cito, por exemplo, o Boulevard Olímpico, no Centro, onde é possível caminhar e conhecer atrações como o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio, a roda-gigante Rio Star, o AquaRio e o Espaço Cultural da Marinha”, recomenda Tainara.

À noite, fora dos dias de festival, a programação pode incluir bares e rodas de samba na Lapa, além de uma passagem pela Escadaria Selarón. Caminhadas pela orla de Copacabana e Ipanema também funcionam bem. Se essa for a preferência, é possível, ainda, concentrar a programação noturna em jantares, especialmente em bairros como Botafogo e Leblon.

Nos dias de festival, menos é mais

Durante o Rock in Rio, o roteiro deve ser mais enxuto. Se houver disposição, a manhã pode incluir uma atividade leve, como um café fora da hospedagem ou uma caminhada curta.

No restante do dia, a prioridade é descanso, hidratação e alimentação antes do evento. Também vale definir com antecedência como será o deslocamento até o festival para evitar custos imprevistos.

“O turista não pode subestimar o cansaço do festival. O show é uma diversão, mas é cansativo. Planejar momentos de descanso faz diferença na experiência”, orienta a diretora de Marketing da Agt-Rio.

Pequenos gastos exigem atenção

Viagens curtas passam a impressão de controle, mas concentram gastos fragmentados. Transporte por aplicativo, refeições rápidas e compras pontuais, quando somados, impactam o orçamento. Por isso, antes dos passeios, vale organizar o dinheiro disponível.

Separar o orçamento do festival das demais despesas do mês ajuda a manter o controle. Definir um valor total e distribuí-lo entre categorias, como transporte, alimentação, ingressos e extras, cria uma referência clara para os gastos ao longo dos dias.

“Fazer um roteiro prévio, comprar ingressos com antecedência e escolher hospedagens próximas dos pontos de interesse são medidas que ajudam a evitar gastos desnecessários”, aconselha Tainara. “Também vale conferir avaliações de hospedagens, restaurantes e serviços antes de fechar qualquer escolha”, finaliza a turismóloga.

Ferramentas que jogam a seu favor

No Superapp do Itaú, duas funcionalidades ajudam a planejar os passeios pela cidade maravilhosa:

  • Os Cofrinhos permitem criar metas específicas para a viagem e guardar dinheiro aos poucos, a partir de R$ 1. O saldo rende 100% do CDI e pode ser acompanhado em tempo real, o que ajuda a organizar o orçamento antes do embarque.
  • Já o Controle de Gastos pode atuar durante a viagem. A ferramenta organiza automaticamente as despesas por categoria, como transporte, alimentação e pequenos gastos, além de permitir a definição de limites e o envio de alertas quando os valores se aproximam do valor estabelecido.

As duas ferramentas se complementam: enquanto os Cofrinhos ajudam no planejamento, o Controle de Gastos contribui para o acompanhamento contínuo do orçamento.

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